| » 28 de Janeiro de 2013 |
Embora janeiro seja o inicio do ano, nós rotarianos contamos como o primeiro mês do segundo semestre do ano rotário, tambémescolhido como mês da Conscientização Rotária.
Ano novo, vida nova, planos para o futuro, sonhos a realizar, saúde, felicidades, enfim é comum almejarmos tudo isso quando começa um novo ano. É tempo de refletir, janeiro é o mês da conscientização rotária. Comecemos por analisando o vocábulo: conscientizar segundo dicionário eletrônico Houaiss que traduz como: tornar-se consciente de, fazer-se sabedor . . . e daí nos indagar:
1) Conhecemos bem o nosso mundo interior?
2) Estamos colocando amor em todas as ações que praticamos?
3) Nossa conduta é ilibada, exemplar tanto na vida publica como na vida privada?
4) Nossos princípios estão fundamentados na moral e na ética?
5) Estamos aplicando a prova quádrupla que tem seu embasamento nas quatro perguntas.: É a verdade? É justo para todos os interessados? Criará boa vontade e melhores amizades? Será benéfico para todos os interessados?
6) Nosso empenho para o desenvolvimento do quadro associativo tem sido eficaz?
7) Estamos exercendo o nosso companheirismo para fomentar a compreensão a boa vontade e a paz entre os homens?
8) Conhecemos bem a nossa instituição?
9) Conhecemos os programas da fundação rotária?
10) Estudamos Rotary constantemente?
11) Você sabia que a cada ano rotário o Rotary, através da Fundação Rotária, procede a doação de mais de 100 milhões de dólares para apoiar projetos humanitários em todo o mundo?
12) Estamos nos empenhando para cumprir a meta de erradicação da pólio?
13) Estamos praticando a Paz Através do Servir em nossa comunidade?
Estimadas Companheiras e Companheiros, vejam vocês que todos os nossos sonhos são possíveis de serem realizados, mas quando tomamos consciência de que a verdadeira felicidade está em ajudar o próximo, verificamos quanto o Rotary transforma a nossa própria vida para melhor. A nossa organização é uma mina inesgotável de tesouros a descobrir, de terreno fértil para semear o bem. Olhemos em nossa volta, quantas mãos estendidas a nossa espera. Se conseguirmos minimizar o sofrimento dos menos favorecidos, com certeza, estaremos servindo e levando a Paz, bem como contribuindo para a realização dos nossos próprios sonhos.
*Antônio José Zago / Governador do Distrito 4440
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terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Mensagem do Governador - Janeiro 2013
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Mensagens mensais - Janeiro de 2012
Queridos irmãos e irmãs em Rotary,
No Cemitério Nacional em Washington, D.C., há um memorial aos Seabees, que eram conhecidos como a Força de Construção Naval dos Estados Unidos. Naquele local, lê-se: “Com boa vontade nos corações e habilidade nas mãos, o que é difícil fazemos na hora, o impossível leva um pouco mais de tempo”
No Rotary, já temos nossos lemas, mas se não tivéssemos, eu sugeriria esses dizeres: A força do empenho conjunto, como escreveu Paul Harris, não conhece limites. Quando trabalhamos juntos, o impossível se torna possível.
Pensei nisso quando, há poucos meses, li um artigo no New England Journal of Medicine , o maior jornal de medicina nos Estados Unidos, entitulado “O Fim do Jogo para a Pólio”. O artigo trazia uma estratégia para uma era pós-pólio, inclusive a gestão de riscos após a erradicação da doença.
Há trinta anos, tal artigo não poderia ter sido publicado, mas hoje ele é um testamento do poder de dedicação, persistência e empenho conjunto. O impossível, sem dúvida, se tornou possível. Um mundo livre da pólio, que um dia era sonho, em breve será realidade .
Amigos, estamos prestes a ver o fim dessa doença, e temos que estar preparados para isso, com um Rotary forte, repleto de entusiasmo e confiança, com visão audaz e ambições claras. É hora de nos prepararmos e analisarmos honestamente nossos clubes. Nossos projetos são importantes, sustentáveis e relevantes? Nossas reuniões são produtivas e agradáveis? Nossos clubes estão abertos a novos associados, e os nossos horários e eventos são convidativos aos mais jovens? E depois que alguém se torna rotariano, nos lhe damos as devidas boas-vindas e o engajamos o suficiente? Nós fazemos com que os novos rotarianos rapidamente se sintam parte da Família Rotária?
Os números nos mostram que embora muitos se juntem ao Rotary todos os anos em todos os lugares, muitos deixam nossa organização. O que os fizeram sair? Que expectativas não atendemos? Podemos fazer mais e melhor?